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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

GRIMORIO (LIVRO DE FEITIÇOS)

                                      


Um grimório é um livro de conhecimentos mágicos, com anotações de práticas pessoais, ou seja, um diário mágico, escrito entre o final da Idade Média e o século XVIII. Tais livros contêm correspondências astrológicas, listas de anjos e demônios , orientações sobre como efetuar feitiços ou misturar remédios, conjurar entidades sobrenaturais e da confecção de talismãs, de acordo com o ponto-de-vista e com os estudos experimentais do autor.


Segundo estudiosos do tema, dentre os livros da literatura mística, O Grande Grimório é um livro de magia negra mais poderoso de todos.  Alegam que o mesmo foi escrito em 1522, embora, na verdade essa data é condizente apenas a cópia mais antiga achada do livro e não com a data em que o livro foi escrito. 

Ele era objeto de uma seita satanista e era transmitido de geração para geração para o seu líder. Hoje o Grande Grimório pode ser encontrando em qualquer livraria especializada e até em .pdf o mesmo é vendido. Porém, o que é relatado é que o Grande Grimório nunca chegou a público. Reza a lenda ( e é bom que reze mesmo) que ele foi capturado pela Igreja no inicio do século 19 e permanece na Biblioteca do Vaticano até hoje, isso porque, após inúmeras tentativas, não foi possível destruí-lo. Ok, mas que Diabos esse livro tem de tão perigoso? 

Bem,  é que o texto tem um propósito sinistro: a convocação de Lúcifer ou Rofocale Lucifuge (o dito governante do Inferno), a fim de fazer um pacto com o ele. Ele também contém  toda a hierarquia maior de espíritos infernais. Manuscritos possivelmente escritos entre 1620 ~ 1650, falavam que nem os líderes satanistas tinham coragem de usá-lo pois sabiam que seriam “vencidos”. Em outra palavras, de nada adiantaria invocar o Chefão do Inferno se o resultado seria sempre um preço muito cruel a pagar, pois segundo consta a lenda, Lúcifer é um dos anjos caídos mais inteligentes, talvez o mais, capaz de ludibriar até o mais sábio dos homens. Então que utilidade tinha o Grande Grimório para qualquer um?

 O livro era tão cobiçado, não pelo máximo que poderia fazer e sim pelo mínimo.  Além da convocação de demônios, ele contém um grande número de feitiços, fórmulas e segredos, que por si, são os piores que alguém pode encontrar. Desde controle da mente até invisibilidade, o livro apresentaria uma série de poderes místico, entretanto, todos feitiços e segredos só eram revelados mediante a um grande preço. Enfim, ele causava tanto temor que deve ser por isso que nenhum dos membros da tal seita tentou reivindicá-lo quando a supostamente a Igreja tomou posse do mesmo. E aí, você teria coragem de lê-lo?





                                                Recomendo os canais a todos e muito bom.












































segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014



novos planetas

De janeiro pra cá, 833 novos planetas foram descobertos

 em novembro 8 |  em AstronomiaCiênciaNotícia |  por  |  com 3 Comments
A NASA divulgou um vídeo com os possíveis novos planetas que a sonda Kepler já descobriu. Desde janeiro são 833 e o ano ainda não acabou. A NASA está em missão e a sonda tem cumprido o seu trabalho. Existem, agora, 3,538 possíveis novos planetas, detetados pela sonda desde que começou a sua missão, me 2009.
Para quem tem dificuldade em imaginar esta quantidade de planetas, a NASA criou uma pequena animação que ilustra tudo o que a Kepler descobriu até hoje.
Podem ver-se nas imagens «órbitas e planetas» de cores diferentes para que se distinga as «estrelas» dos planetas que giram em seu redor. Isto em diferentes sistemas planetários. O sistema planetério mais colorido chama-se «KOI-351».
A sonda Kepler foi lançada pela NASA em 2009 e tem sido incansável na sua missão de descobrir novos planetas. Dos dados que recolheu, já foi possível concluir, por exemplo, que o número de planetas habitáveis, como a Terra, é maior do que se imaginava e que até podem ser «comuns» na galáxia. Uma em cada cinco estrelas observadas tem um planeta na zona habitável da sua órbita.

sábado, 30 de novembro de 2013

 Éris




Éris (do grego antigo: Ἔρις, "Strife") é a deusa que personifica a discórdia e o caos na mitologia grega. Corresponde à deusa romana Discórdia. Seu oposto é a Harmonia (grego), cuja contrapartida é Concórdia (latina), derivada de Concórdia (romana). 

Nascida de Nix e renascida com o nascimento de Ares, que são frequentemente chamados de irmãos. Ela é a discórdia no casamento, mas, sobretudo na Guerra, acompanhando o irmão pelo campo de batalha. E quando todos os Deuses se retiram, ate mesmo o próprio irmão, ela permanece no local para gozar do caos e destruição causados. 

Ela é a Deusa que inflige o sofrimento, chegando mesmo a ser chamada de monstro infernal. E os seus esquemas de Discórdia não se limitam aos mortais. A lenda mais famosa referente à Éris relata o seu papel ao provocar a Guerra de Tróia, quando Peleu e Tétis casaram-se, e ela foi a única Deusa não convidada, devido ao seu comportamento. Como vingança tirou uma maçã dourada (pomo de ouro) da árvore das Hespérides e inscreveu nela "Para a mais bela" atirando-a para a mesa do banquete. De imediato AfroditeHera e Atena se levantaram para reclamar o prêmio, o que levou, eventualmente, à guerra de Tróia, a maior Guerra entre o Oriente e o Ocidente. 

Na Obras de Hesíodo e Dias 11-24, existem duas deusas Éris, e elas são de natureza totalmente diferente. Uma é a filha de Zeus eHera e irmã de Ares, promove a guerra, o mal, a batalha e é muito cruel, nenhum homem a ama, mas são forçados a prestar honra devido a sua natureza de deusa imortal.  


A outra é a filha mais velha de Nix, e filha de Cronos, que ficam acima e habita no éter, e ela tem suas raízes na terra: e ela é muito gentil com os homens. Ela ajuda os homens a progredir no trabalho quando o considera seu próximo. 



Na Teogonia de Hesíodo, (226-232), Éris a filha de Nix é menos gentil, e ele traz personificações outros de seus filhos: Ponos (pena), Lete (esquecimento), Limos (fome), Algos (dor), Hisminas (disputas), Macas (batalhas), Fonos (matanças), Androctasias (massacres), Neikea (ódio), os Pseudologos (mentiras), as Anfilogias (ambiguidades), a Disnomia (a desordem) e a Ate (a Ruína e a Insensatez), todos eles companheiros inseparáveis, e a Horcos (Juramento), ele que mais problemas causa aos homens da terra cada vez que algum presta falso testemunho. 

A palavra "erística", em português, vem do nome da deusa grega da discórdia. Significa a arte da disputa argumentativa no debate filosófico, desenvolvida, sobretudo pelos sofistas, e baseada em habilidade verbal e acuidade de raciocínio (Houaiss). 

Também leva o nome Éris um planeta anão no disco disperso do sistema solar (com a designação oficial 136199 Éris). Seu satélite natural chama-se Disnomia (segundo os antigos gregos, uma das filhas de Éris). 

Os discordianos idolatram Éris como sua deusa.

Éris e Ares